“UM SONHO, UM RIO, UM ENCONTRO.
ONDE ONTEM SE ARMAZENOU FERRO, HOJE COLHEM-SE EMOÇÕES QUE
AMANHÃ SERÃO HISTÓRIAS, TRANSFORMAR-SE-ÃO EM VIDAS,
SORRISOS E MEMÓRIAS.
ONDE OUTRORA SE CONSTRUIU O PORTO,
AGORA CONSTROEM-SE VIVÊNCIAS.
DE INSPIRAÇÕES E VONTADES, DE DETALHES E LUXOS,
RENASCE UM ARMAZÉM. . .
UM LUGAR, UM MUNDO PARA SE GUARDAR,
PARA SE TRAZER E LEVAR MOMENTOS,
RECORDAÇÕES, ILUMINAÇÕES DE UMA VIDA MELHOR,
QUE MERECE SER CELEBRADA ENQUANTO É CONCRETIZADA.
É TODO ESSE CONFORTO QUE QUEREMOS
PARTILHAR CONSIGO,
É TODA ESSA SATISFAÇÃO QUE QUEREMOS
QUE PARTILLHE CONNOSCO.
SEJA BEM-VINDO AO ARMAZÉM.

Nascemos de um sonho. Do desafio de transformar um armazém de ferro do século XIX num armazém de experiências para partilhar momentos únicos com quem mais amamos.

Cada quarto tece a sua própria narrativa, proporcionando novas vivências a cada visita, com uma harmonia de cores que nos descansam a alma e despertam os sentidos.

Em cada canto encontramos contentores de emoções, geradores de experiências nos quais o betão, o ferro e a madeira contrastam com a delicadeza dos tecidos, com traços suaves e cheios de personalidade feitos para si, para que desfrute ao máximo de tudo o que o Porto tem para oferecer.

Não deixe para depois. Venha. Agora é mesmo a melhor hora.

ARQUEOLOGIA

O número 74 do Largo de São Domingos era no século XIX um armazém de ferro, prova disto é a rampa existente por onde os vagões de ferro se deslocavam.

No momento da intervenção, o edifício era composto por seis pisos e encontrava-se devoluto e em mau estado de conservação. A sua fachada tardoz confinava com um saguão que permitia tanto a iluminação como a ventilação dos dois pisos da cave.

O alçado principal voltado para um dos mais ilustres largos da cidade, era constituído por uma fachada em cantaria de granito com rés do chão, três andares e loja, levantada esta última em 1908. Nesta altura o rés do chão era condicionado a uso comercial, retirando qualquer acesso complementar desde a rua à habitação nos andares superiores.

Durante o trabalho arqueológico, foram descobertas produções cerâmicas da época Moderna (dos séculos XVI e XVII), “Louça Dourada” de Espanha, “Louça Majólica” italiana e um fragmento de uma caneca de cerveja de origem alemã datável de antes de 1581 já que no brasão existente ainda não se contemplam as armas de Portugal.

Entre o conjunto exumado destacam-se peças de produção nacional e internacional de grande qualidade, remetendo-nos para um ambiente requintado e muito acima dos padrões sociais médios da época.